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21/09/2015
Campanha de mobilização incentiva segunda dose da vacina contra HPV
A vacinação é quadrivalente, protege com eficácia de 98% contra quatro subtipos de HPV (6, 11, 16, 18), e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), sendo administrada em mais de 50 países

 

A Secretaria de Saúde comunica que o Ministério da Saúde lançou no dia 10 de setembro, uma campanha de mobilização para o início da segunda dose da vacinação contra HPV. Estão disponíveis nas unidades de saúde municipais a segunda etapa da vacinação contra o vírus HPV.



A vacina contra HPV é indicada para adolescentes de 9 a 13 anos com três doses. Após a primeira dose, a menina deve receber a segunda seis meses depois, e a terceira, de reforço, cinco anos após a primeira dose. Além do documento de identificação, o Ministério da Saúde recomenda que seja apresentado o cartão de vacinação. 


A vacinação é quadrivalente, protege com eficácia de 98% contra quatro subtipos de HPV (6, 11, 16, 18), e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), sendo administrada em mais de 50 países.


Todas meninas de 11 a 13 anos que só tomaram a primeira dose no ano passado também  devem procurar um posto de saúde para tomar a segunda. Isso também vale para as meninas que tomaram a primeira dose aos 13 anos e já completaram 14 e para aquelas que já tenham passado de um ano da primeira dose. Afinal, a proteção só é garantida com a aplicação das duas doses.
As equipes de saúde também alertam para as datas de mobilização para a vacinação nas escolas.


O Papilomavírus Humano (HPV), transmitido pelo contato direto com a pele ou mucosa  contaminada é responsável por mais de 200 tipos de de doenças infecciosas, sendo que 13 tipos são oncogênicas (contribuem para o surgimento de tumor cancerígeno), que atingem principalmente os órgãos genitais. 


Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18, que são de alto risco para o desenvolvimento câncer do colo do útero. Estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

 

Embora o contato íntimo seja a principal forma de contágio de HPV, ainda existem outras maneiras de transmissão como:contato pele a pele com a pessoa contaminada, ou seja, basta que a área ferida de uma pessoa entre em contato com a área lesionada de uma pessoa infectada com HPV.

 

Pela transmissão vertical, que significa a contaminação de bebês que nascem de parto normal entrando em contato com a área infectada da mãe.

 

Com o uso de roupas íntimas e toalhas de pessoas infectadas. Esta hipótese, embora não seja comprovada cientificamente, não deixa de ser uma possibilidade de contágio.



Neste ano, foram incluídas no grupo alvo da vacinação as mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV. Mais suscetível a complicações decorrentes do HPV, esse público tem probabilidade cinco vezes maior de desenvolver câncer no colo do útero do que a população em geral. Com a medida, 33,5 mil mulheres serão beneficiadas pela vacinação. Para este grupo, o esquema vacinal também conta com três doses, mas com intervalos diferentes. A segunda e a terceira doses serão aplicadas dois e seis meses após a primeira. Nesse caso, elas precisarão apresentar a prescrição médica.


Para o sucesso da vacinação é necessária uma mobilização nas cidades para as metas serem atingidas, enfrentar preconceitos, desinformação e superar dificuldades técnicas e financeiras. "Cabe ao Ministério da Saúde e às Secretarias Estaduais de Saúde dar apoio técnico e financeiro aos municípios e cabe a eles mobilizarem para atingir as metas”, comentou o Ministro. Segundo a presidente da sociedade brasileira de imunizações, Isabella Balalai, outro impasse que essa vacinação enfrenta é a relação que algumas pessoas fazem com a iniciação da vida sexual das meninas. “Não faz sentido pensar que a vacina vai induzir a essa iniciação. Levar sua filha para tomar a vacina é prevenir ela de uma doença futura, que pode levá-la a não poder engravidar, ou até mesmo desenvolver um câncer”, explicou.


Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. Portanto, a imunização não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.


Em 2014, segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é que o Rio Grande do Sul tenha tido 840 novos casos de câncer de colo de útero, que representa uma taxa de aproximadamente 15 casos por 100 mil habitantes. Em relação aos óbitos, em 2013, ano fechado mais recente, foram registradas 325 mortes em decorrência da doença.

 

 

 

 

 

 
 
 
 
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