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22/12/2017
Museu Municipal recebe a visita de João Pereira da Silva
O ex pracinha, aos 93 anos, retorna sempre que vem a Canguçu ao museu do municipio.

O Museu Histórico Municipal Capitão Henrique José Barbosa é rico em história e cultura. Fundado em 15 de novembro de 1972 pela Professora Marlene Barbosa Coelho, o museu conta hoje com um acervo de 1756 itens, que mantém viva a história não só da cidade e da região, mas como a história do Brasil e do mundo.
Na última semana o museu recebeu a visita do segundo – tenente reformado do Exército, João Pereira da Silva, o último pracinha pelotense vivo que participou da 2ª Guerra Mundial.  Que sempre que possível retorna ao museu do município para uma visita.
Hoje aos 93 anos ele representa o exercito em várias atividades festivas da região, levando consigo a memória de seus companheiros.
Conheça um pouco da história dos pracinhas
Formada durante o governo Getúlio Vargas, a FEB (Força Expedicionária Brasileira) era composta de oficiais e também muitos voluntários alistados para combater o nazismo e o fascismo na Europa. Em grande parte jovens, pobres e sem qualquer formação militar, os brasileiros enviados a Itália durante a Segunda Guerra foram apelidados de pracinhas devido a forma como são chamados na hierarquia militar as tropas sem graduação e os suboficiais: os praças.
Dos 25.344 pracinhas que deixaram o Brasil em direção a Europa, 280 saíram de Pelotas, Rio Grande, Canguçu e outras cidades do interior do Rio Grande do Sul. Do efetivo brasileiro, 443 morreram em combate.
A maior conquista da FEB deu em 21 de fevereiro de 1945 quando após três meses de tentativas frustradas dos países Aliados foi tomado o Monte Castelo, no norte da Itália, reduto dominado pelos Alemães.
Em 02 de setembro de 1945, os pracinhas chegam a Pelotas e experimentam o sabor do retorno vitorioso depois de oito meses fora de casa.
A Batalha de Monte Castelo
A batalha de Monte Castelo (Monte Castello) foi travada ao final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército Alemão, que tentavam conter seu avanço no Norte da Itália. Esta batalha marcou a presença da Força Expedicionária Brasileira (FEB) no conflito. A batalha arrastou-se por três meses, de 24 de novembro de 1944 a 21 de fevereiro de 1945, durante os quais se efetuaram seis ataques, com grande número de baixas brasileiras devido vários fatores. Essa elevação possuía grande importância tática, que permitiria o avanço das tropas aliadas em direção à Alemanha, e essa pressão ofensiva aceleraria a capitulação dos Estados que compunham o Eixo.
Os pracinhas Canguçuenses
Entre os que tombaram em combate: os canguçuenses Izidro Matoso e Hortêncio Rosa, mortos nos campos de batalha da Itália. Seus restos mortais estão enterrados no monumento aos mortos da II Guerra Mundial na cidade do Rio de Janeiro.
A primeira homenagem oficial prestada aos pracinhas em território nacional ocorreu em Canguçu, onde em setembro de 1945, foi inaugurada uma galeria com fotos dos dois filhos da terra mortos na Itália. A homenagem que então partiu do já falecido fotógrafo Egídio Camargo e integrou as comemorações oficiais da Semana da Pátria daquele ano, pode ainda hoje ser visitada no Museu Municipal Capitão Henrique José Barbosa.



O Museu fica aberto para visitação de segunda à sexta das 8h as 16h.



 
 
 
 
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